O caso levantou questionamentos sobre os procedimentos médicos e funerários adotados. Durante a análise no Morning Show, da Jovem Pan, foi debatida a ausência de rigor na constatação do óbito. Diferente de protocolos complexos para decretar morte encefálica, neste caso pode ter havido uma verificação superficial da ausência de sinais vitais.
Outro ponto de estranhamento levantado foi a preparação do corpo. Geralmente, rituais funerários envolvem a aplicação de componentes químicos para conservação (tanatopraxia). O fato de a mulher ter chegado viva ao momento da cremação sugere que essa etapa química não foi realizada ou que o processo foi acelerado indevidamente.
Especialistas apontam que existem estados fisiológicos, como a catalepsia ou hipotermia grave, que podem reduzir drasticamente os batimentos cardíacos e a respiração, levando a falsos diagnósticos de morte se não houver exames instrumentais adequados. O episódio na Tailândia expõe uma falha sistêmica grave, que por pouco não resultou na morte de uma paciente ainda viva.
