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Ministério da Agricultura suspende a venda de 33 marcas de azeites

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) suspendeu, nesta quarta-feira, a comercialização de 33 marcas de azeites de oliva . Os fiscais constataram que os produtos estavam adulterados com a mistura de óleo de soja e outros óleos de origem desconhecida em sua composição.

De acordo com o órgão, as marcas que teriam praticado fraudes foram: Aldeia da Serra, Barcelona, Casa Medeiros, Casalberto, Conde de Torres, Dom Gamiero, Donana (premium), Flor de Espanha, Galo de Barcelos, Imperador, La Valenciana, Lisboa, Malaguenza, Olivaz, Oliveiras do Conde, Olivenza, One, Paschoeto, Porto Real, Porto Valencia, Pramesa, Quinta da Boa Vista, Rioliva, San Domingos, Serra das Oliveiras,

Serra de Montejunto, Temperatta, Torezani (premuim), Tradição, Tradição Brasileira, Três Pastores, Vale do Madero e Vale Fértil.</span></div>
As fiscalizações que detectaram as 33 marcas irregulares são resultantes da Operação Isis, iniciada em 2016. Os lotes adulterados se referem a coletas realizadas em 2017 e 2018. O nome da operação é uma referência à deusa do antigo Egito que detinha o conhecimento sobre a produção das oliveiras.

"O processo é lento, pois envolve exames laboratoriais, notificação dos fraudadores, perícias, períodos para apresentação de defesa (podem apresentar dois recursos) e julgamentos desses recursos em duas instâncias administrativas", diz o trecho de uma  nota divulgada pelo Ministério da Agricultura. .


Segundo o Coordenador de Fiscalização de Produtos Vegetais do Mapa, Cid Rozo, praticamente não existe mais estoque no mercado desses lotes que foram reprovados, pois os remanescentes foram destruídos após o julgamento dos processos administrativos. No entanto, é possível que os consumidores encontrem ainda outros lotes das mesmas marcas.  Com informações do Jornal O Globo.