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Cadastro Positivo: 20 milhões de consumidores poderão ter acesso a crédito e empréstimos; saiba como se cadastrar

É fato que a pandemia de Covid-19 traz uma imprevisibilidade na economia global, e o mercado de crédito teme taxas históricas de inadimplência. 
Diante desse cenário, a informação qualificada se torna uma aliada nas tomadas de decisões para os negócios e para o credor: o mercado de crédito no Brasil agora tem uma vantagem, o Cadastro Positivo, um banco de dados com informações de pagamento de consumidores e empresas, que amplia a exatidão na análise de concessões de crédito e minimiza a probabilidade de inadimplência futura, tanto de pessoas físicas quanto jurídicas. 

Consulta cadastro positivo: veja quem pode consultar o crédito

Com o Cadastro Positivo mais de 20 milhões de novos consumidores, que hoje não são bancarizados, poderão ter acesso ao crédito, aumentando a quantidade de clientes potenciais para os negócios. 

A partir do aumento da procura por crédito e da inadimplência – que em abril cresceu 5,8% segundo dados da própria Boa Vista –, são imprescindíveis análises mais robustas para tornar as vendas a crédito mais seguras, ainda mais em um cenário de crise econômica ocasionado pelo novo coronavírus. 

A abertura foi automática no Cadastro Positivo e cabe ao consumidor solicitar o cancelamento. O site do SPC - Cadastro Positivo (CLIQUE AQUI) informa sobre score de crédito e o histórico de compromissos financeiros a partir de um login e senha individualizados. 

Dessa forma, o risco da tomada de crédito será analisado de forma individualizada: o consumidor será consultado pelo próprio histórico de pagamentos e não apenas pelas restrições em seu nome.


O presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, frisou que atualmente, o bom pagador é penalizado pelo consumidor inadimplente, fazendo com que os juros sejam elevados para todos, independentemente do seu comportamento financeiro. 

“Será possível não somente separar os tomadores de crédito com alto ou baixo risco, mas também identificar comportamentos intermediários e estipular taxas de juros mais adequadas”, argumenta.