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Mulher morre vítima do Vírus H1N1 no interior da Bahia

Uma mulher que estava internada no Hospital Geral de Vitória da Conquista com suspeita de estar contaminada com o vírus Influenza A/H1N1 morreu na madrugada desta terça-feira (12/3), após o agravamento do estado de saúde. 

De acordo com o serviço social do hospital, Thailane Souza estava internada na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) desde sexta-feira passada, com febre alta, insuficiência respiratória e hemorragia. Amostras de sangue da mulher foram coletados para confirmar se ela estava contaminada com o H1N1, e enviados para a Secretaria de Saúde da Bahia. Thailane era casada e mãe de um menino de 3 anos. 

Ela trabalhava no Shopping Conquista Sul. Na última segunda-feira, em Vitória da Conquista, foi confirmado o primeiro caso positivo para o H1N1, informou a Secretaria Municipal de Saúde. 

A pessoa diagnosticada com já teve alta do hospital, segundo a Prefeitura. Até esta segunda, segundo a Vigilância Epidemiológica do Município, já foram notificados 20 casos suspeitos, destes 5 foram negativos e 1 inconclusivo, além do positivo. 

A Prefeitura informa que está monitorando todos os casos suspeitos internados na rede hospitalar, com informações a respeito da doença e oferta da medicação utilizada no tratamento de H1N1. A Secretaria de Saúde orienta que sejam evitados os lugares com grandes aglomerações de pessoas e que o cidadão procure os prontos-socorros somente se os sintomas se agravarem. 

Aos primeiros sinais da doença, o cidadão deve procurar a unidade de saúde mais próxima. Além disso, é importante manter as mãos sempre limpas, lavando-as com água e sabão ou utilizando álcool em gel. Outra medida de prevenção é a vacina contra a gripe. A previsão é que ela esteja disponível nos postos e unidades de saúde da cidade a partir do dia 18 de abril. O Dia “D” da campanha permanece em 30 de abril. 

A vacina é destinada aos seguintes grupos prioritários: crianças de 6 meses a menores de 5 anos; gestantes; puérperas; trabalhador de saúde; povos indígenas; indivíduos com 60 anos ou mais de idade; população privada de liberdade; adolescentes e jovens que estão cumprindo medidas socioeducativas; funcionários do sistema prisional; pessoas portadoras de outras condições clínicas especiais (doenças respiratória crônica, cardíaca crônica, renal crônica, hepática crônica, neurológica crônica, diabetes, imunossupressão, obesos, transplantados e portadores de trissomias). Fonte: Aratu Notícias.